JESUS QUER NOS DESCONSTRUIR PARA FAZER DE NOVO. (Nívea Soares)

Texto: Salmos 1. “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”.

Estamos vivendo dias, em que essa geração está viciada em likes, e tem medo de não serem aceitos. O sistema do mundo tem entrado em nossas Igre-jas, ditando conselhos disfarçados de modernização, que nada têm com o Senhor.

Jesus é árvore plantada. Existe raiz profunda. O justo é como árvore plantada junto ao ribeiro de águas, não é levado por modismos. Existe um lugar em Deus para aqueles que têm consciência de que a presença dEle não é segmentada. O Espírito de Deus está acessível. Ele quer fazer parte da nossa história, em todo o tempo. A sede do coração de Deus é habitar com o ser humano.

Todas as vezes que subimos em uma plataforma, toda a nossa vida sobe conosco. Dessa forma, poderemos ser benção ou maldição para as pessoas. Corações egocêntricos precisam ser desconstruídos, para serem feitos de novo. Nada substitui a presença de Jesus. A Igreja não precisa do que é visual, mas precisa da presença. Jesus não quer ministros de plástico, ele quer filhos que curtem a presença do Papai, Ele quer te ouvir e te contar segredos do Seu coração. Para conhecer tem que ter revelação do Espírito e quando Ele nos revela, nos rendemos. “Deus levantará ministros de fogo e glória”.

Linha de Ensino – Pré Worship Day. 22/06/2018

 DNA da Essência da adoração (Adhemar de Campos)                              

Texto: Salmos 56:4. O DNA é o código genético de cada pessoa. Isso se aplica ao plano espiritual também. Nosso DNA nos define como fi-lhos e determina o que faremos. Ele surgiu na cruz. Compete-nos co-nhecer o novo, nos renovando sempre. O DNA espiritual é o chip de Jesus dentro de nós. Isso é mais do que ministério, pois influenciamos pessoas, por causa do que carregamos. “Cristo em vós a esperança da glória”.

1) É composto por três elementos inseparáveis, que definem a essência: Deus – Louvor – Palavra. São elementos eternos. Lidamos com almas eternas (cuidado com o personalismo). DNA é dado por Deus. O inimigo tem trabalhado para separar as gerações novas das antigas. Deus quer que andem juntas.                                                                                                               Há uma lição em 2 Crônicas 20:3, 14, 21. A música é uma ferramenta de profecia. Clamor a Deus – Palavra Profética – Louvor – Vitória.

2 )DNA e a criação. Havia música na criação. Deus é feito de música.  Ele é a origem de tudo. Deus, a Palavra e a música estavam presentes na criação e são eternos. A adoração é pra Ele e sobre Ele. Quem tem DNA percebe isso. A música tem a marca de Deus, não dá pra brincar com isso.

3) O livro de Salmos representa o DNA em nós. Sl 1:1-2. Deus – Palavra – Música estão sempre juntos. Salmos é o livro dos cânticos, é também o livro da Palavra e fala de Deus. A música que Deus quer ouvir está dentro de nós. Por isso, comece o dia cantando ao Senhor. Para que a Palavra se fixasse em nossa mente, Ele a transformou em cânticos.

4) O som do céu, o som do Espírito, o DNA do céu. Atos 2:2,6. O som do céu é o som do ajuntamento. Produz o derramar do Espírito. Não está condicionado a teologia, a doutrina de homens, a estilo musical que mais sectarizam do que unem. Não pode haver competição e comparação entre Igrejas e ministros. Quem é filho não compete, nem compara. Som do céu é o que agrega, depende do DNA (Deus – Palavra – música).

5) Adoração do céu. Apocalipse 1:12,17. O que ele viu? Um semelhante ao filho do homem. A revelação que Deus quer trazer implica na nossa morte.

Linha de Ensino – Worship Day – 23/06/2018

Os Mistérios da Adoração (Lamar Boschman)               

Texto: 1 Samuel 10:5-6. O motivo pelo qual estou aqui, é para ministrar sobre a Teologia da Música. Qual é a motivação para ser um adorador? Não estamos aqui para sermos populares, sermos artistas apenas. No Reino não fazemos o que queremos e sim o que Ele quer. O alvo é fazer a vontade dEle.

Samuel está falando com Saul. Voce irá ao encontro com Deus? No monte havia um forte filisteu, os quais eram inimigos de Israel. Havia ali, uma Escola de Profetas, no meio do inimigo. Deus nos planta em lugares às vezes difíceis, para cumprir com o Seu propósito. O inimigo sentiu uma presença diferente de Deus lá.

Os profetas desceram e levaram instrumentos de cordas, harpas. Por que os profetas estavam carregando instrumentos musicais? Porque música e profecia estão sempre juntas na Bíblia.

Há dois modelos de como se deve fazer música. O modelo grego e o hebraico. O modelo grego tem sido predominante. Nele repetimos exercícios até decorarmos. Fazemos de tudo e passamos. Tecnicamente você sabe música, mas esse método separa a música de dentro de você. No modelo Hebraico é diferente. É o modelo de Deus. Povos antigos sentavam-se ao redor do fogo e cantavam o que estava dentro deles. Quando nos juntamos, cada um tem sua própria canção. Percebem a diferença? Precisa ser autêntico, honesto. Fazer música espiritual do seu interior fluirão rios de águas vivas. Adorar a Deus nesse modelo faz com que milagres aconteçam. Mas existem pessoas que travam esse fluir, elas cantam, tocam, mas não fazem de forma espiritual. Existem três princípios que vão além da arte. São eles:

1)Memorizar os Livros de Moisés. Nessa Escola de Profetas, eles precisavam saber o Pentateuco. Eles tinham a Palavra dentro deles. Sua equipe de louvor tem a Palavra interiorizada? Funciona assim: você pode tocar guitarra se souber a Palavra. Eles tinham que saber como se conectar com o Espírito de Deus. Eles viviam isso. Transbordavam do que recebiam. A arte era ferramenta, porque estavam conectados ao Reino.

2)No Reino de Deus damos nossa vida a Ele, e Ele nos dá dons para serem usados para o Seu Reino. Devemos ser ferramentas catalisadoras.

3)No céu não tem artistas. Tem filhos que O adoram.

Linha de Ensino – Worship Day – 23/06/2018

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